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Placa Linux Elektor: nova e melhorada! l Apresentamos o
BeagleBone Black l Elektorcardi♥grama Android (3) l Ligação RF
modular usando código Manchester (2) DesignSpark Dicas e Truques

Construção de uma infra-estrutura para fazer denúncias Analisador de
condensadores IT-28 da Heathkit Extensão para placa Linux Elektor (2)

A Melhor Revista de Electrónica Prática do Mundo

www.elektor-magazine.pt

Outubro 2013

magazine

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www.elektor-magazine.pt | Outubro 2013 | 43

Do IT-11 ao IT-28
A Heathkit introduziu o kit Verificador de Conden-
sadores IT-11 em 1961. Foram feitas algumas
pequenas alterações em 1968 o que originou o
kit IT-28, que esteve disponível até 1977. As alte-
rações incluíam um conector de alimentação com
três terminais, uma mola no rectificador 6AX4,
condensadores mais modernos, funcionamento a
120 V ou a 240 V, uma nova cor exterior, e outras
alterações cosméticas.
O dispositivo IT-28, de três válvulas, é uma ponte
de medição AC, controlada por um sinal interno
de 60 Hz proveniente de um transformador com
relação de transformação 1:2, que está ligado aos
terminais dos filamentos de 6,3 V AC (Figura 2).
A ponte de medição também pode ser controlada
por um sinal externo proveniente de um painel
frontal. O IT-28 é mais versátil do que parece pelo
seu simples nome, visto que também mede resis-
tência, indutância, e relações de transformação
de transformadores. A capacidade e a resistência
são medidas em relação a componentes stan-
dard internos, enquanto a indutância e a relação
de transformação dependem de standards exter-
nos. Um potenciómetro bobinado de precisão com
1 kΩ está ligado entre os restantes dois terminais
da ponte, para a equilibrar. As gamas de medi-
ção estão apresentadas na Tabela 1; note que
cada gama é bastante larga, cobrindo 500x para
a capacidade e 1000x para a resistência.
A posição do potenciómetro de equilíbrio da ponte
é a escala do painel frontal, a partir da qual se
obtém o valor de capacidade, resistência ou rela-
ção de transformação a testar. A tensão obtida na
ponte é acoplada em corrente alternada à secção
tríodo da válvula 6BN8, que funciona como ampli-
ficador AC. As outras duas secções da válvula
6BN8 são díodos e fazem parte de um duplicador
de tensão de meia onda que é alimentado pela
saída do amplificador AC com o tríodo. A tensão
DC resultante do duplicador de tensão de meia
onda é injectada na grelha de controlo de uma
válvula 6E5, do tipo olho mágico.
A válvula do tipo olho mágico, também chamada
de olho de gato ou olho de sintonização, foi utili-
zada em receptores de rádio para indicar a ampli-
tude do sinal. O “olho” fluorescente da válvula
fecha à medida que a tensão aplicada à grelha
de controlo se torna mais negativa. Para um
indicador de amplitude de sinal de rádio, quanto
mais fechado estiver o olho, isto é, quanto mais
forte for o sinal, melhor. Mas nesta aplicação, o
equilíbrio da ponte de medição é indicado pela

Figura 2. Circuito da ponte de medida como apresentado no manual de montagem.
O valor desconhecido do componente corresponde à posição de R13 na escala
do painel frontal. A ponte está equilibrada quando as reactâncias estão equilibradas:
Xunknown =Xstandard x (R13A/R13B).

Figura 3. O circuito da válvula 6E5 do tipo olho mágico como está no manual
de montagem. A secção tríodo da válvula 6BN8 funciona como amplificador AC,
seguido por um duplicador de tensão de meia onda que utiliza as duas secções díodo
da mesma válvula. Uma tensão negativa aplicada à grelha de controlo da válvula 6E5
faz fechar o olho.

Figura 4. Vista aproximada do painel frontal e do olho fechado.

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•Magazine

44 | Outubro 2013 | www.elektor-magazine.pt

Inicialmente fiquei surpreendido pelo termo
“min.’lytic” que assumi serem condensadores
de pequeno valor. O manual de montagem da
Heathkit esclareceu a dúvida:
“NOTA: Um MIN. ‘Lytic (condensador electrolítico em
miniatura) pode ser distinguido de um condensador
electrolítico standard pela sua alta capacidade, baixa
tensão de funcionamento e pelas pequenas dimensões.
Os condensadores electrolíticos em miniatura têm habi-
tualmente encapsulamentos em cerâmica ou em plástico
e são completamente selados.”

Os tempos mudaram e, agora com as nossas bai-
xas tensões de funcionamento, os condensadores
“min.’lytic” são os mais utilizados. Quando este
verificador de condensadores foi projectado, os
equipamentos baseados em válvulas termoióni-
cas necessitavam de tensões de alimentação de
centenas de Volts, pelo que eram habitualmente
utilizados condensadores electrolíticos para ten-
sões muito elevadas e com capacidades de deze-
nas de Farads.
As fugas são medidas monitorizando a corrente
de carga através de um condensador de teste.
A corrente de carga flui para a massa através de
uma resistência, e a tensão presente aos terminais
dessa resistência é injectada na grelha de con-
trolo da secção tríodo da válvula 6BN8. Durante o
teste de fugas, a válvula 6BN8 é configurada como
amplificador DC cuja saída é injectada na grelha
de controlo da válvula 6E5; neste caso as secções
díodo da válvula 6BN8 não estão em utilização.
Inicialmente a corrente de carga é elevada, o que
provoca o fecho do olho; quando o condensador
estiver completamente carregado esta corrente
é de 0 A, abrindo novamente o olho. Se o con-
densador tiver fugas, a corrente que atravessa a
resistência ligada à grelha da válvula 6BN8 vai
continuar a circular, e o olho permanece fechado.
O valor desta resistência é diferente para cada tipo
de condensador, é escolhida no painel frontal, e
fornece limiares de fugas diferentes.
Também pode ser medido o factor de potência,
que é basicamente uma medição da resistência
série equivalente (ESR). A ESR tem de ser cal-
culada utilizando a fórmula dada no manual de
montagem.

O despertar do IT-28
Depois de limpar a caixa metálica, olhei lá para
dentro: estava surpreendentemente limpo – ver
Figura 5. Todas as soldaduras pareciam em bom
estado, não havia sinais de componentes partidos

maior área possível que estiver apagada, isto é,
um “olho aberto”. O circuito de controlo da vál-
vula 6E5 do IT-28 está apresentado na Figura 3.
É um elemento proeminente do painel frontal do
IT-28 – ver Figura 4.

Fugas em condensadores electrolíticos
Para além de medir capacidade, este verificador
também consegue determinar se um condensa-
dor tem fugas quando se utilizam tensões entre
3 V e 600 V. Para além de verificar as fugas, o
utilizador tem de escolher se está a ser medido
um condensador electrolítico “min.’lytic” ou de
papel/mica.

Figura 5. Vista do lado
da caixa que contém as
válvulas. A válvula 6E5
é o tubo que está na
vertical, à esquerda.
A válvula central é a 6BN8
e a válvula mais baixa
é o rectificador de alta
tensão 6AX4. Podem ser
vistas algumas resistências
e condensadores standard
na secção superior direita
da válvula 6BN8.

Figura 6. Vista do lado da caixa que contem os componentes. O interruptor mais
à esquerda é o interruptor Ponte/Descarga/Fuga. O interruptor central serve para
seleccionar a tensão de trabalho. Os três potenciómetros na secção superior direita
servem para ajustar o limiar de fugas para cada tipo de condensador.

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