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TitleSistema Iaw 4bv
TagsInternal Combustion Engine Temperature Fuel Injection
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Table of Contents
                            Aplicação
Componente
Fornecedor
Nº Cliente
	5.3\) Controle da rotação de marcha lenta
		
			
				Legenda
	7.2.1 Princípio de funcionamento
		
			Emissão de descargas poluentes
                        
Document Text Contents
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Manual Descritivo do Produto
Sistema IAW4BV

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MDP4BV

Magneti Marelli  2004

1) Introdução
O sistema Magneti Marelli IAW4BV pertence à categoria dos sistemas de
controle de motor chamado de; “Sistema de Gerenciamento de Motor”, pois
contempla a gestão de vários sub-sistemas de gerenciamento que abrangem
todas as mais diversas condições de funcionamento do motor e solicitações
tais como:

I) Sistema de injeção eletrônica de combustível.
II) Sistema de ignição eletrônica.
III) Sistema de controle de detonação (“knock”)
IV) Interface digital com sistema Immobilizer.
V) Auto-gestão de controle para emissões veiculares/evaporativas.
VI) Sistema de auto-diagnóstico.
VII) Sistema de recovery de falhas.
VIII)

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Manual Descritivo do Produto
Sistema IAW4BV

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MDP4BV

Magneti Marelli  2004

A Unidade Eletrônica de Comando também chamada de ECU, é produzida com
a tecnologia “SMD” (estampado de alta densidade de componentes) e está
A sua função é elaborar os sinais provenientes dos vários sensores a fim de
comandar os atuadores de modo a obter o melhor funcionamento possível do
motor.
A ativação da ECU é feita através do reconhecimento da chave em posição
“key-on”, a mesma controla a alimentação (“power-latch” interno), e através de
um relé controla a bomba elétrica de combustível e as cargas principais.
Estão também presentes:

- Memória RAM “stand-by” com alimentação permanente;
- Memória flash EEPROM reprogramável através de carregamento

remoto;
- Memória EEPROM quem mantém sinais dos parâmetros auto-

adaptativos com o envelhecimento do motor e que se pode zerar
somente com um comando pelo tester de diagnósticos

Em condições de stand-by a central absorve aproximadamente 1 mA.
Possui um sistema operacional em tempo-real.
A utilização de um elevado número de circuitos personalizados “Custom”, para
específicas funções, permitiu um notável grau de integração e redução dos
volumes, mesmo com um aumento das funcionalidades.
A estrutura software da central é subdividida em duas partes que trocam entre
si informações do tipo de engenharia:

- “aplicativo” que comanda a gestão do motor em função dos parâmetros
de engenharia provenientes dos sensores calculando os parâmetros de
atuação dos injetores, da bobina ignição e borboleta motorizada.

- “básico” que comanda a aquisição das informações provenientes dos
sensores convertendo-s em unidades de engenharia, com a atuação dos
comandos dos atuadores conforme os parâmetros calculados pelo
software “aplicativo”, a gestão dos autodiagnósticos dos vários sensores
e atuadores e a comunicação com o instrumento externo de
diagnósticos ligado na linha serial “K”. Uma posterior função de diálogo
na rede CAN de alta velocidade interage com as outras centrais
(ASR/ESP/ABS/Direção elétrica) e o Body Computer.

A correta gestão temporal dos eventos com base de tempo (gestão de timers e
retardos) e de ângulo (ligados a sequencia de rotação do motor) é assegurada
por um sistema operacional integrado no software que coordena os eventos
conforme precisas prioridades garantindo a gestão ideal do motor também em
altas rotações.Uma estrutura “modular” permite a máxima flexibilidade de
utilização dos vários controles sem penalizar os desempenhos globais do
sistema.
Atenção Certificar-se, em caso de substituição da ECU, de ligar de modo
eficiente os conectores dos cabos blindados diretamente no parafuso da
carcaça da ECU. Garantir também que a carcaça (caixa de alumínio) seja
fixada à bateria de maneira correta.

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