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TitleGuia Do Professor
TagsImmanuel Kant Free Will Morality Crime & Justice Justice
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Table of Contents
                            Páginas iniciais
Apresentação do projeto Reflexões 10
Planos de aula
Planificações
Textos complementares
Modelos de grelhas/guiões
Sugestões de correção
Avaliação
                        
Document Text Contents
Page 1

> Planificações*
– Modelo de planos de aula
– Planificação anual
– Planificações a médio prazo
> Textos complementares
> Guiões/Grelhas-modelo para avaliação em sala de aula*
> Sugestões de correção
– Manual
– Caderno do Aluno
> Critérios de correção e cotação*
– Ficha de diagnóstico
– Fichas formativas
> Modelo de ficha de avaliação sumativa*

* Materiais disponíveis, em formato editável, em

REFLEXÕES
FILOSOFIA 10
AUTORAS

ISABEL BERNARDO
CATARINA VALE

Page 2

Índice
Apresentação do projeto Reflexões 10.o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

• Manual – conceção, estrutura e recursos disponíveis. . . . . . 2

• Caderno do Aluno. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

• Guia do Professor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

• 20 Aula Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Planos de Aula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

• Proposta de plano de aula regular. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

• Proposta de plano de aula observada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

Planificações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

• Planificação anual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

• Planificações a médio prazo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20

Textos complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

• Textos complementares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

Modelos de grelhas/guiões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

• Oralidade em situação de debate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56

• Problematização e argumentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

• Guião de trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58

• Guião de exploração de recurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59

• Avaliação de ensaio filosófico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

Sugestões de correção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

• Sugestões de correção do Manual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65

• Sugestões de correção do Caderno do Aluno . . . . . . . . . . . . . . . 103

Avaliação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125

• Critérios de correção e cotação da ficha
de diagnóstico e das fichas formativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126

• Ficha sumativa – exemplo e critérios
de correção e cotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156

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Capítulo 2 – Análise e compreensão da experiência valorativa

Sugestões de correção do Manual
Unidade II – A ação humana e os valores

7. Posição do aluno: O aluno tem de:

a) definir claramente a sua posição (a favor ou contra);

b) delimitar claramente os seus argumentos, tendo por base os elementos estabelecidos na aula;

c) apresentar argumentos que possam, de alguma forma, superar as objeções ao subjetivismo axiológico,

no caso de defender a tese desta posição.

8. Objeções ao subjetivismo axiológico:

1. Não permite que qualquer valoração axiológica seja considerada certa ou errada, a partir de outra tábua

de valores (mesmo as que implicam provocar dor e sofrimento nos outros).

2. Não permite explicar a vida em sociedade no que respeita às ações que se orientam por valores comuns

e muito menos a possibilidade de fundamentar cartas universais de direitos assentes em valores, tais

como a liberdade, a paz, a segurança.

3. Não explica porque se considera que há uma evolução positiva na sociedade quando se alcançam valores

considerados superiores, ou seja, não explica o que podemos designar por “progresso axiológico”.

9. O critério antropológico como base possível do objetivismo axiológico: O objetivismo axiológico é uma
posição sobre o problema da natureza dos valores que defende a possibilidade de existirem valores e juízos

de valor que ultrapassam a subjetividade dos indivíduos e das sociedades onde estão inseridos.

Para alguns autores, o objetivismo axiológico consiste na possibilidade de se encontrarem valores e juízos

de valor trans-subjetivos. O critério antropológico, que consiste em considerar que a dignidade humana é

inviolável, é um referente axiológico a partir do qual se pode encontrar um fundamento para esses valores

trans-subjetivos.

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Sugestões de correção do Manual
Unidade II – A ação humana e os valores

Capítulo 2 – Análise e compreensão da experiência valorativa

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2. Como podemos viver todos juntos? Valores, cultura e diversidade cultural

Atividades de revisão (p. 123)

1. A cultura como espaço de realização da humanidade: O homem não nasce homem (ser biologicamente
aberto, indeterminado), torna-se homem (pela assimilação da cultura adquire formas de estar, agir e ser

que o assemelham aos seres humanos do grupo, ou grupos, onde está inserido); o pleno desenvolvimento

de todas as características que diferenciam o homem dos restantes seres vivos só se realiza através da

assimilação da cultura.

2. Relação entre padrão de cultura e identidade cultural: A assimilação de padrões de cultura (modelos
que determinam modos de agir que definem o certo e o errado) define uma identidade cultural (sentimento

de integração, de pertença a um grupo e, ao mesmo tempo, de diferenciação face a outros grupos).

Texto 3 – Guião de análise (p. 132)

1. A cultura como o que há de mais íntimo no ser humano: O homem é um ser biológico incompleto, cujo
desenvolvimento pleno só se obtém com a sua inserção na cultura; a humanidade não está determinada

biologicamente, mas adquire-se culturalmente.

2. A cultura como realização de valores: Os valores dão à cultura uma intencionalidade; o processo histórico
de realização e de evolução de uma cultura resulta da concretização de diferentes tipos de valores.

Texto 4 – Guião de análise (p. 132)

1. Relação entre cultura e identidade cultural:

Cultura é o conjunto de conquistas, usos, saberes e formas de vida que determinada coletividade humana

compartilha e pelo qual se distingue das outras.

Identidade cultural é o sentimento de pertença a um grupo, aos que são próximos culturalmente, ao

mesmo tempo que se regista diferenciação face aos outros.

2. Tese e argumentos de Savater sobre o problema da diversidade cultural:

Tese – as culturas podem ter modos de ser e de agir diferentes, mas nem todos os padrões de cultura são

aceitáveis.

Argumentos – há valores, como a dignidade humana, que devem estar acima dos padrões de cultura;

esses valores sustentam a emissão de juízos de valor sobre as culturas.

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