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Page 1

GUIA DE BOLSO

antibioticoterapia

Page 2

ÍNDICE

ClASSIFICAÇÃO GERAL DOS ANTIBIÓTICOS ••...•....••. ...••.•.••••••.......•••...•.•.••••••••. .... 13

CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS ANTIFÚNGICOS ••.•••••••.••...••...... .. .•••.•.•••.•••....••....... .• 25

PRINCIPAIS BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS DE IMPORTÂNCIA MÉDICA .•.••...•••. ...... 28

PRINCIPAIS BACTÉRIAS GRAM NEGATIVAS DE IMPORTÂNCIA MÉDICA ..........•••.•• 29

PRINCIPAIS FUNGOS DE IMPORTÂNCIA MÉDICA .. ................ ...................... ......... 29

INF ECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL •.••.••.•... ....•• .•.•••.•..•• .•.••..... ..•... .....•.• 3D

SINUSITE, OTITE E FARINGITE •..........•.•••.•••.....••••.....•.••••••.•.•.......••....••••.•.•.•.••...... 32

PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE .•••• .. ........•.....•..•••••.•••.. ...... .•.. ....••.•• 34

EXACERBAÇÃO INFECCIOSA DA DPOC .•.•.•.. •.••. •.•... ..••....••.•.•.•.•.•••. ........•• .•.••.....•.. 37

PNEUMONIA ADQUIRIDA EM AMBIENTE HOSPITALAR •.•..•..•••••••••........••...•.•••.••• 38

ENDOCARDITE INFECCIOSA ......... ......................................... ..... ..... ........... .. ........ 40

INFECÇÕES DO TRATO GASTRINTESTINAL .••..•..•.... ...•..•.••. •.••.•.•.••.•... .....•.•... .••..••.• 45

INFECÇÕES DO TRATO URINÁRI0 ..•.•.••••••••..•.•........•.•.•••.••••..••••........•••••.•.•.••......• 48

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISS[VEIS ............. ....................................... .... 50

INFECÇÕES DE PELE E PARTES MOLES ...••.•..•••......•.•••...••.•.•.•..•.... ..•••...••.•.•••...•••. .. 54

INFECÇÕES ÓSSEAS E ARTICULARES EM ADULTOS ••.•......• ••.....•••••••.••••.•.....•......... 55

TRATAMENTO DA TUBERCULOSE NO BRASIL. .•• .•... .. •.••.•.•••. ...••.•.••.. ..••.•.••..•.•• .. ...• S6

INFECÇÕES OPORTUNISTAS ASSOCIADAS À INFECÇÃO PELO HIV .••..•....•.•••.......•.• 60

REFER~NCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......•.•.•.••••••.•••••.......•.•••.•.••..•.••••.•.....•.•.••••••.••.... . 64

CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS ANTIBIÓTICOS

- MAF*: inibem a síntese da PC; Penicilinas

- FD**: tempo-depen_d_e_n_te_s'-; __ _
Cefalosporinas

- - - ---1 Carbapenêmicos
Monobactâmicos
Inibidores beta-

- Resistência: alteração das PSP, produção de beta-lacta-
mases e redução de porinas.

lactamases

Glicopeptidlos

- MAF: inibem a síntese da PC, são bacteriostáticos contra
Enterococcus, sem atividade contra Gram negativos; Vancomicina

- Resistência: redução da afinidade do glicopeptidio ao
sítio de ação.

~--------------~~~A~m~i~n~o~g~lic=o=s~~=e=o=s~------~--~------~
- MAF: inibem a SP* .. ligando-se ao RNAr, produzindo

H
roteínas defeituosas, inclusive as da MC, determinan-

0 lrse celular; ___ ~ Estreptomicina
O: concentração-dependentes; Gentamicina

- Resistência: alteração estrutural do sítio de ação e sínte- Amicacina
se de enzimas inativadoras; - --- ---
Propriedades: efeito pós-antibiótico.

Quinolonas

MAF: bloqueia~de das topoisomera~

- FD: concentração-dependentes;

~tência: menor afinidade da topoisomerase; redu-
l_jã~e porinas; _ _ _ _ _ _ _

Propriedades: efeito pós-antibiótico.

Macrolfdeos

- MAF: inibem a síntese proteica, por meio de ligação à
subunidade SOS do RNAr;

r- -------
. - FD: tempo-dependentes; Claritromicina

istência: intrínseca de ~ctérias; plasmídeo~ Eritromicin.a
dificam enzima capaz de modificar o RNAr, diminuin- Ro~ttro~ t~ma

do afinidade pelo antibiótico; Telrtrom1c1na
- --- -- -- ---
~priedades: efeito pós-antibiótico. _ _ _

i Medcel CLASSIFICAÇÃO G(RAL DOS ANTIBIÓTICOS 13

Page 13

Critérios definidos por Fine MJ et a/.
(Prediction rule to identify /ow risk patients with community·acquired pneu·
mania. N Eng/ J Med 1997; 336(4): 243·250)

_____ _,F_.a.,to;;;,res demográficos

Homens

Mulheres

Procedentes de asilos

1 ponto/ano de i da~

Idade · 10 ----
Idade+ 10

Achados laboratoriais e radiológicos

pH <7-'.,3:..;5;_ _ _

~5mg/d_L ___ -----
Sódio <130mg/dl

~cose >250mg/dl

~~matócrito <30%

PO <60mmHg

Derrame pleural

+30:.._ __ _,

+20

--·t -:~~ -r-- +10
_ _ _;-I,_-_-_ --... 1o

+10

Comorbidades

Neoplasia

Doença hepática

ICC

~a cerebrovascular

Doença renal

+30 _ __::..:.._ __ ___,
+10 _____,
+1::.0 ___ __,

+10

+10

Exame físic;;:o;....-----~---~--'
Alteração do estado mental

Frequência respiratória >30irpm

Pressão arterial sistólica <90mmHg

Temperatura <35 ou >4o·c

Pulso 2125bpm

Antibioticoterapia

+20

+20 _J
+20

_ _ ___,+-_~-:_--+15 ~
+10

imedcel

g2. Pneumonia Severity Index (PSI)
Kí'"$l~Lass~~
I . ~, 1% Ambulatório

t--- -
11 ~70 0,6% Ambulatório
-
III 71 a 90 2,8%

Ambulatório ou
internação breve

IV
1
91 a 130 8,2% Internação

v I >130 29,2% Internação
-

Escore de avaliação CURP-65 (C: Confusão mental; U: Ureia >SOmg/dl;
R: frequência Respiratória 230 ciclos/min; P: pressão arterial sistólica

Oa1

2

13 ou+
l

<90mmHg ou diastólica ~60mmHg; e idade ~65 anos).

Mortalidade: 1,5%
1
Mortalidade: 9,2%

Mortalidade: 22%

Provável tratamento ambulatorial.

Considerar tratamento hospitalar.

Tratamento hospitalar (PAC grave); esco·
res 4 e 5 : avaliar internação em UTI.

Escore de avaliação CRP-65 (C: Confusão mental; R: frequência Respira·

tória ~30 ciclos/min; P: pressão arterial sistólica <90mmHg ou diastólica
S60mmHg: e idade ~65 anos).

o Mortalidade: 1,2% Provável t ratamento ambulatorial.
Mortalidade: 8,15% Avaliar tratamento hospitalar.

i Medcel PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE

Page 14

Contexto

Ambulatoriais

Internados não

graves

Admitidos em
UTI

H

Terapêutica inicial

Previamente higidos Macrolídeo•

Doenças associa-
das a
antibióticos

Beta~lactâmico**

Quinolona• • • ou beta·lactâmico
+ macrolídeo

Sem risco de Pseudo- Beta-lactâmico + quinolona ou
monos sp.

Com risco de Pseu-
domonas sp.

macrolideo

Beta-lactâmico com atividade an-
tipneumococo/ antipseudomo-
nas**** + quinolona*****

• Azitromicino 500mg, VO, dose único diário por 3 dias ou 500mg no 1•
dia, seguido de 250mg/dio por 4 dias; claritromicina de liberação rápida,
500mg, VO, 12/12h por 7 dias; c/aritromicina de liberação prolongada,

500mg, VO, dose única diária por 7 dias.
•• Considerar 1 falha em cada 14 pacientes tratados; amoxicilina 500mg,

VO, 8/Bh por 7 dias.
••• Levof/oxacino 500mg/dia ou moxif/oxacino 400mg/dia.
• • •• Piperacilina-tazobactam, cefepima, imipeném ou meropeném.
•• • • • Levof/oxacino (750m~u ciprojloxacino.

Contexto

Pneumonia aspi-
rativa/ abscesso
pulmonar*

Agente etiológico

Anaeróbios orais
S. pneumoniae
H. influenzae
M. cotarrha/is

Tratamento

VO: clindamicina 600mg, VO,
6/6h ou levofloxacino SOOmg,
VO, dose única diária ou moxiflo-
xacino 400mg, dose única diária;
IV: quinolona respiratória ou
cefalosporina de 3! geração +
macrolídeo + clindamicina ou
metronidazol.

• o tempo de tratamento depende da gravidade e extensão do quadro e/i-
nico: os pneumonias aspirotivas geralmente são tratadas por 7 o 14 dias;
o tempo de tratamento das abscessas pulmonares usualmente é prolon-
gada (em média, 4 semanas}, dependendo da resposta clínica.

Antibioticoterapia i Medcel

Tratamento ambulatorial e hospitalar da exacerbação infecciosa da DPOC

Grupo Agentes etfol6eicos Tl'alllmento ,_I!Wa I
H. injluenzae

DPOC com VEF
1

M. catarrhalis Beta-lactâmico + inibidor de

>50% e sem S. pneumoniae
beta-lactamase

fatores de risco
Cefuroxima

C. pneumoniae Azitromicina/claritromicina

M. pneumaniae

H. inf/uenzae Beta-lactâmico + inibidor de

DPOC com VEF
1 M. catarrhalis

beta-lactamase

>50% e com Cefuroxima
fat ores de risco S. pneumoniae resistente Azitromicina/claritromicina

à penicilina Levofloxacino/moxifloxacino

H. influenzae

M. catarrho/is Levofloxacino/moxifloxacino
DPOC com VEF

1
S. pneumonioe resistente Beta-lactâmico + inibidor de

entre 35 e 50%
à penicilina beta-lactamase

Gram negativos entéricos

H. inf/uenzoe Moxifloxacino/levofloxacino

S. pneumaniae resistente Ciprofloxacino se suspeita de

DPOC com VEF
1 à penicilina Pseudomonos

<35% Beta-lactâmico + inibidor de
Gram negativos entéricos

beta-lactamase (se houver
P. aeruginosa alergia às quinolonas)

- Fatores de risco de má evolução da agudização: idade >65 anos, dispneia

grave, cardiopatia, diabetes mellitus dependente de insulina, insuficiência

renal ou hepática; mais de 4 exacerbações nos últimos 12 meses, hospitaliza-

ção por exacerbação no ano prévio, uso de esteroides sistêmicos nos últimos

3 meses, uso de antibióticos nos 15 dias prévios e desnutrição.

Page 26

Doença
disseminada
pelo complexo
Mycobacterium
avi um

Candidfase
(mucosa)

Meningite cripto-
cócica

- 1~ escolha: claritromici-
na SOOmg VO, 12/12h +
etambutol 15mg/kg VO,
dose única diária;

-Alternativa: azitromicina-+-
etambutol;

- Duração do tratamento:
manter o tratamento por
tempo indeterminado (12
a 18 meses).

A profilaxia secundária po-
derá ser interrompida quan-
do a contagem de linfócitos
TCD4 aumentar acima de
100/mm' , estável por mais
de 6 meses (no mlnimo 1
ano de tratamento na au-
sência de sintomas).

- Orofaringe - episódio ini-
cial: lOOmg/dia, 7 a 14d
ou nistatina suspensão 4 a
6ml, 4x/dia, 7 a 14d; Não é recomendada.

Alternativas: itraconazol
solução oral ou posacona-
zol solução oral;

- Esofágica: fluconazollOO a
400mg, VO/ IV, 14 a 21d;

- Alternativas: voriconazol Não é recomendada.
ou posaconazol ou caspo-
fungina.

- 1• escolha: anfotericina B
deoxicolato O, 7 a lmg/
kg/24h, IV, 2 a 6 semanas
+ flucitosina 25mg/kg VO,
6/6h, 2 semanas seguido
porfluconazol400mg/24h
VO, 8 semanas;

- Alternativas: anfotericina
B + fluconazol ou anfote-
ricina B monoterapia ou
fluconazol + flucitosina
(para pacientes que não
toleram ou não responsi-
vos à anfotericina B).

Após o tratamento, ins-
tituir profilaxia secundá-
ria com fluconazol 200-
400mg/dia;
A profi laxia secundária
poderá ser interrompi-
da quando a contagem
de linfócitos TCD4 au-
mentar acima de 200/
mml, estável por mais
de 6 meses após início
da TARV.

Pedcel

Histoplasmose disse-
minada

Doença por
citomegalovírus

- Terapêutica de indução
por 2 semanas ou até
melhora clínica: anfote-
ricina B lipossomal3mg/
kg/dia IV;

- Terapêutica de manuten-
ção: it raconazol 200mg,
VO, 8/8h por 3 dias e
200mg, vo, 12/12h a
partir do 42 dia;

Alternativa: anfoterici-
na B complexo lipídico
Smg/kg/dia IV ou anfo-
tericina B deoxicolato
0,7mg/kg/dia IV;

- Duração do tratamento:
no mínimo 12 meses.

• Retinite por CMV: gan-
ciclovir implante intrao-
cular + ganciclovir IV por
14-21 dias;

Alternativa: cidofovir
Smg/kg/semana, IV, por
2 semanas seguido por
cidofovir + probenecide;

- Colite ou esofagite por
CMV: ganciclovir ou fos-
carnete;

- Meningoencefalite por
CMV: ganciclovir + fos-
carnete.

i Medcel INFECÇÚES OPORTUNI!>TAS ASSOC,...,.S A

Após o tra:amento, ins-
tituir profilaxia secun-
dária com .trcconazol,
200mg, 2x/o•a, por tem-
po 1ndetern.nado: não
ha recomendação de
suspensão da profilaxia
secundar a.

• Retinite por CMV: a
escolha de ganciclovir
ou foscarnete como
profilaxia secundária
deverá ser avaliada
em conjunto com o
Oftalmologista, con-
siderando a extensão
da lesão;

• Doença do t rato gas-
trintestillal: não se
indica rotineiramente
profilaxia secundária;
a profilaxia secundária
poderá ser interrom-
pida quando a con-
tagem de linfócitos
TCD4 aumentar acima
de 100 a 150/mm',
durante pelo menos 6
meses de TARV.

Page 27

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